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Pirações de uma pretinha.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Meu




Não sejas tolo,
Não vá em busca de amor em outro seio,
É aqui que você mora,
Não sejas burro não corra por ai,
Não seja insano a minha boca é teu refúgio,
O meu olho é lugar de tua boca quente,
Não seja besta,
É entre minhas pernas que tu vive,
Que é teu canto,
Que te mostra o brilho...
Meu corpo é teu lugar de recanto
Onde teus sonhos nascem, crescem e vivem.
É de mim que você se alimenta.
Não adianta correr, tentar e se enganar,
Meus cabelos te amarram onde querem,
Meu olhar te espreita e te protege,
Onde quer que vá,
É a mim que chamas quando medo tens...
É do meu jeito e sorriso que precisa,
Teu sono depende, do meu: "boa noite"...
Não te iludas, tu e eu somos muito mais eu.
Não sejas tolo, as tuas tardes não terão paz,
e a tua noite não terá gozo,
É da minha saliva e de meus ouvidos que tu cresce!
Não seja tolo!
Burro!
Idiota!

Eu e você te amo.

6 comentários:

Anônimo disse...

É de Jon que falas?
Déa

Paco Bailac disse...

Un saludo cordial, amiga.


pacobailacoach.blogspot.com

Alberto disse...

Sortudo aquele que é objeto desse desejo,dessa ânsia de amar...Que o mesmo possa ser merecedor de tanto querer...

Alberto.

Felipe Lobo dos Santos disse...

"As mulheres, especialmente se forem belas ao crescerem, desenvolvem certo autocontetamento que as recompensa pelas restrições sociais que lhe são impostas em sua escolha objetal. Rigorosamente falando, tais mulheres amam apenas a si mesmas, com uma intensidade comparável à do amor do homem por elas. Sua necessidade não se acha na direção de amar, mas de serem amadas; e o homem que preencher esta condição cairá em suas boas graças" (Freud, ESB, v. XIV, p. 105 apud Garcia-Roza, 1994, p. 203)

Preta Guerra disse...

Amar ao próximo como a ti mesmo... A chave de tudo.

Se não se ama, não ama a nada.

Felipe Lobo dos Santos disse...

Se o 'amor ao outro' for antônimo de vida, o que quer que signifique, também deve ser negado.
O amor objetal é por este outro em você projetado, talvez o mais próximo dos próximos, mas desconhecido, e por isso suficientemente diferente para chamar de Outro... Enfim...